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Na Natureza Selvagem

Postado em Filmes do Mundão com as tags em 20 Novembro, 2008 por Gabriel Sadoco

itw_wallpaper_05_800x600Enquanto existem pessoas que nunca aprenderam nada que não fosse ensinado pela TV, existem outras que de uma maneira estranha, aparentemente nascem imunes a essa armadilha.

Você já viu o filme Na Natureza Selvagem? Se não viu, veja. Se já viu, provavelmente sabe que é um daqueles filmes que você reve várias vezes e sempre percebe uma coisa nova.

Recebi a indicação do filme a alguns meses e fiquei meio “água morna” com ele. Sempre que ia a locadora perguntava, mas não ia lá pra “procurar” por ele. Me chamou a atenção o fato de estar sempre alugado. Sempre que preguntava sobre, a resposta era a mesma. Mas ontem, como a resposta foi diferente, resolvi levar pra casa pra checar se a recomendação, tão insistente, tinha fundamento. Tinha!

O filme conta a história real de Christopher McCandless, jovem americano de classe média no início dos anos 90, que após se formar na faculdade, sai pelo mundo pra viver apenas com e da natureza. Mas calma! O filme é muito mais que isso. Muito mais.

Roteiro e direção são de autoria de Sean Penn, o qual, de maneira sutil, deixa clara sua predileção pelo protagonista. Pois um cara que põe uma mochila nas costas, abandona a família, doa a poupança e queima o dinheiro que tem na carteira, provavelmente poderia ser considerado só mais um hippie ou jovem rebelde. Mas Sean Pean enche de heroísmo e ideologia o personagem, magnificamente vivido pelo ator Emile Hirsch.

A personalidade de Chris, que após a partida adota o nome de Alexander Supertramp, é revelada logo de inicio pela sua irmã, que narra partes do filme e com a qual o jovem tem uma ligação muito forte. Os problemas com os pais e a sua ânsia por liberdade são as razões mais fortes pra que ele ponha o pé na estrada. A suas viagens pelos EUA, as pessoas que conhece e as experiencias que tem, são divididos em capítulos durante o filme, que não é contado de forma linear, alternando entre os eventos da viagem pelo país e o tempo que o personagem passou no Alasca.

A trilha sonora, de Eddie Vedder é outra coisa a destacar. Assim como o grande elenco e a fotografia espetacular do filme.

Com certeza é um filme que vale a pena ver e vale a pena ter.

“O simples fato de querer viver a vida de forma racional, já te impede de viver a vida”

Na Natureza Selvagem (Into The Wild). 2007. EUA. Direção e Roteiro: Sean Penn. Elenco: Emile Hirsch, Marcia Gay Harden, William Hurt, Jena Malone, Brian Dierker, Catherine Keener, Kristen Stewart, Vince Vaughn, Hal Holbrook. Gênero: Aventura, Biografia, Drama. Duração: 140 minutos. Baseado no livro homônimo de Jon Krakauer.

Viva o Trash!! A volta de Zé do Caixão!!

Postado em Curiosidades do Mundão, Filmes do Mundão com as tags , , em 9 Junho, 2008 por Gabriel Sadoco

Filmes trash… Taí um grande filão do cinema. Quem nunca viu aqueles filmes que deveriam ser aterrorizantes, mas que de tão toscos, acabam sendo engraçados.

Na década de 90, me lembro bem o sucesso que fez uma sessão de filmes que era apresentada toda tarde na Band e que levava o nome de Cine Trash. Sucesso que se devia, talvez, mas ao apresentador da sessão do que aos filmes, quase sempre repetidos. Aquela caveira risonha, cheia de gracinhas, tentava ser engraçada, e na maioria das vezes, valia o filme que estava apresentando.

Cine Trash era como a Sessão da Tarde, só que com filmes mais toscos. Palhaços Assassinos, Brinquedos Assassinos, A Hora dos Mortos Vivos, O Cérebro, Ghoules, A Noite dos Mortos Vivos (haja morto-vivo) e o clássico dos clássicos, Fome Animal, faziam parte do repertório daquela sessão. E sempre eram assunto no colégio, no dia seguinte.

A Rede Bandeirantes teve que extinguir o programa devido a classificação etária que entrou em vigor no país. Ficava difícil a apresentação, naquele horário, de filmes que volta e meia traziam delicinhas seminuas prestes a ser cruelmente assassinadas por um alucinado qualquer. Fazer o que… nunca vi problema nisso…

Muita gente vai se lembrar que nos primórdios do Cine Trash, o apresentador era ninguém menos que José Mojica Marins, o grande Zé do Caixão. Esse senhor que é o papa da tosqueira cinematográfica nacional. O rei do trash brasileiro. Diretor e ator de filmes como Estranha Hospedaria dos Prazeres, Essa Noite Encarnarei no seu Cadáver e tantos outros.

Zé do caixão esteve sumido por um tempo. Esteve… Mas voltou. E tem até um blog!!!

Isso mesmo. O digníssimo Zé do Caixão é o proprietário do blog Encarnação do Demônio, e tem se ocupado da divulgação do seu novo filme, homônimo ao blog, a ser lançado no dia 08 de agosto de 2008.

Encarnação do Demônio, é a terceira e última parte da trilogia sobre o personagem Zé do Caixão precedido por À Meia-Noite Levarei Sua Alma e Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver.

A história? Bom… Após 40 anos preso, Zé do Caixão é libertado. De volta às ruas, o coveiro está decidido a cumprir a meta que o levou à prisão: encontrar a mulher que possa gerar seu filho.
[voz macabra: ON] Gerar o filho perfeito. [voz macabra: OFF]

Olha o cartaz aí:

Sei lá o que isso vai virar. Mas, por toda história e por tudo o que o grande Zé do Caixão já fez pelo cinema tupiniquim, espero que seja um grande sucesso.

Ah!!… Além do blog, confiram também o site do filme.

A Clock Work Orange

Postado em Filmes do Mundão em 18 Março, 2008 por Vinicius Caju
Laranja Mecanica (A Clock Work Orange) filme dirigido por Stanley Kubrick é clássico da década de 70. Sei que não preciso divulgar aqui, mas pra molecada que não conhece, tá ai um otimo filme. Malcom McDowell, o pervertido de Calígula, interpreta Alex (protagonista) o lider de uma gangue onde tem como principal objetivos estupros, badernas, e brigas.
O filme tem violência, mulheres peladas, boa musica (Beethoven… tem coisa melhor?) e as consequencias do efeito de uma lavagem cerebral numa mente insana.
Recebeu quatro indicações ao Oscar, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Edição.
Totalmente surreal !!!

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