O Efeito Mozart
O Efeito Mozart é um termo cunhado por Alfred A. Tomatis para um alegado aumento no desenvolvimento cerebral que ocorre em crianças com menos de 3 anos, quando elas ouvem música de Wolfgang Amadeus Mozart.
A musica é muito além de uma satisfação prazeirosa, é um estimulo diretamente em nosso coportamento e espirito. A prova disso estou colocando alguns estudos feito com as musicas de Mozart. Realmente é interessante o estudo, experimentem fazer o teste e sinta os resultados.
Neste download tem as musicas para os seguintes estimulos : Fortalecimento Mental, Liberar a Criatividade e a Imaginação, Saúde Física.
A idéia do Efeito Mozart surgiu em 1993 na Universidade da Califórnia, em Irvine, com o físico Gordon Shaw e Frances Rauscher, uma expert em desenvolvimento cognitivo. Eles estudaram os efeitos sobre algumas dúzias de estudantes universitários de escutar aos primeiros 10 minutos da Sonata Para Dois Pianos em Ré Maior (K.448 ) de Mozart. Eles encontraram um melhoramento temporário do raciocínio espaço-temporal, conforme medido pelo teste Stanford-Binet de QI. Ninguém mais foi capaz de reproduzir seus resultados. Outro comentou que “o máximo que poderia ser dito a respeito da experiência deles — se ela fosse completamente inconteste — seria que ouvir a um mau Mozart melhora o QI de curto-prazo” (Linton). Rauscher prosseguiu para o estudo dos efeitos de Mozart sobre ratos. Ambos Shaw e Rauscher têm especulado que a exposição a Mozart melhora o raciocínio espacial e a memória em humanos.
“Nós temos esta linguagem neural interna comum, com a qual nascemos, e assim, se você souber explorá-la com os estímulos corretos, então ajudará o cérebro a se desenvolver para fazer coisas como raciocinar.”– Dr. Gordon Shaw
“Nós expusemos estes animais [ratos], in utero e depois sessenta dias após o nascimento, a diferentes tipos de estimulação auditiva, e então os testamos em um labirinto espacial. E de fato, os animais que foram expostos a Mozart completaram o labirinto mais rápido e com menos erros. E agora, o que nós estamos fazendo é remover seus cérebros para que possamos fatiá-los e observar neuro-anatomicamente precisamente o que mudou, em função da exposição. Assim, pode ser que esta intensa exposição à música seja um tipo de enriquecimento que tenha efeitos similares sobre as áreas espaciais do hipocampo do cérebro.” –Dra. Frances Rauscher
“Histórias com ênfase em que experiência de crianças durante seus primeiros anos de vida irão definitivamente determinar suas habilidades estocásticas, suas futuras carreiras, e sua habilidade de criar relacionamentos amorosos, têm pouco embasamento na neurociência.” –John Bruer
Agora deixem de ouvir Creu e vamos ouvir algo realmente util e de bom gosto!!!
Vinicius Caju
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9 Maio, 2008 às 8:09 pm
“Um Ponto De Deus” no nosso cérebro:
Um texto sobre a neurociência como este deveria ser “esquadrinhado” como um carimpeiro procurando ouro.
No Brasil, um especialista em neurociência reconhecido mundialmente: o Prof. Dr. Raul Marino Jr. do HC (Hosp.dasClinicas-SP) escreveu um livro “para leigos” e afirma que há um “ponto de Deus” único em cada indivíduo do planeta. Um “ponto” único e exclusivo para cada pessoa se “comunicar” com seu Criador de acordo com suas crenças.
Assim como os especialistas em neurociência, citado pelo Caju (Dr.John Bruer/Dra.Frances Rauschen/Dr.Gordon Shaw) o Dr. Raul Marinho Jr. desvenda o poder do som (no caso a música clássica) no cérebro de uma criança nos primeiros meses de vida de uma forma sublime.
Raul Marino possui livros sobre neurociência e é especialista em “talamotomia exteriotáxica” (cirurgia no cérebro com o paciente acordado e participando da cirurgia) e a maioria de seus livros estão editados em Inglês e outras línguas. Menos em português, pois assim como este texto do Caju, as pessoas não vão “perder tempo com estas bobagens” – preferem assistir o BB-Brasil da TV Globo.
Livro para leigo do Dr. Raul Marino Jr. – A RELIGIÃO DO CÉREBRO: As novas descobertas da neurociência a respeito da fé humana -sic- Editora Gente ***Copyright ₢ 2005 by Raul Marino Jr.
Muito boa a informação no “mundo véio sem porteira” Parabéns.
Carlos Lins