Analisando o caso do Padre voador segundo Darwin
O padre Adelir de Carli com certeza tem grandes chances de “levar pra casa” o prêmio Darwin. Esse prêmio é atribuído de forma simbólica àqueles que, pondo fim à sua vida ou causando a sua esterilização, cometeram erros altamente absurdos ou se descuidaram idioticamente. Este prêmio baseia-se no pressuposto de que estes indivíduos, ao se autodestruirem, contribuem para a melhoria do pool genético humano eliminando os seus “maus” genes.
Vamos analisar a façanha do Padre, de acordo com os pressupostos para levar o prêmio Darwin:
- Incapacidade de gerar descendência - através da própria morte ou esterilização;
- Excelência - forma sensacional e estúpida com que comete o erro. Incrível desuso da lógica e da razão;
- Auto-seleção - Causa o desastre por si mesmo; com mérito incondicionalmente individual;
- Maturidade - O indivíduo deve estar em total uso das suas capacidades mentais e físicas. Deve possuir capacidade de julgamento e raciocínio;
- Veracidade - O evento tem de ser verificável. Excluem-se as “Lendas Urbanas”.
Os feitos do padre:
- Quis voar em balões de festa;
- Levou celulares com pouca carga de bateria;
- Não sabia usar o GPS que levou;
- Usou o dobro da quantidade de balões necessários;
- Usou uma roupa inadequada para o frio;
- Decolou em condições climáticas desfavoráveis;
- Decolou perto do litoral, o que aumenta as chances de ir para alto-mar;
- Já tinha feito isso uma vez, e tentou denovo…
Ou seja… mereceu né…
Via OMEdI
30 Abril, 2008 às 5:16 pm
O Padre é de fato merecedor do prêmio, e com louvores, pois ao se ordenar padre e fazer o voto de castidade, impossibilitou-se de transmitir seus “maus genes” independentemente de sua morte.
Viva(?) o Padre!
1 Junho, 2008 às 2:31 pm
Uma atitude desse porte só pode receber um nome :loucura.
Loucura mesmo, muito próxima a uma “roleta russa”, onde não existe nenhum raciocínio lógico sendo portanto, puramente, uma questão de sorte.
1 Junho, 2008 às 2:42 pm
Uma atitude extrema, expor a própria vida num evento aonde a possibilidade de dar errado é quase cem por cento. Questionemos, sempre, nossos pensamentos antes de praticá-los, ou seja, termos maturidade.
22 Junho, 2008 às 2:21 pm
Uma atitude inconsequente de um padre imbecil e louco, imagine ele comandando seus fieis pra onde ele os levariam com uma intuição dessa, tauvez ao fracasso…